Terça-feira, 7 de Julho de 2009

"No Teu Deserto", novo livro de Miguel Sousa Tavares, chega hoje às livrarias

 



Chegou hoje às livrarias No teu Deserto, o novo livro de Miguel Sousa Tavares.


Leia, aqui e aqui a entrevista ao DN.


 

publicado por Oficina do Livro às 16:24
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1 comentário:
De Cristina Neves a 7 de Julho de 2009 às 18:53
Comprei o novo livro do Miguel Sousa Tavares à hora de almoço, e já acabei!

Gostei imenso! É um page turner! Lê-se avidamente!

É uma simples história de amor, durante uma viagem ao deserto do Sahara, mas é ao mesmo tempo, um livro de observações exactas sobre o “terror do silêncio e da solidão “das pessoas que vivem “a bombardear-se de telefonemas, mensagens escritas, mails e contactos no Facebook e nas redes socais da Net”, porque não "aguentam nem um dia de solidão”. Sobre “já não haver ninguém para atravessar o deserto”, porque já não há “ninguém capaz de enfrentar toda aquela solidão”.

O livro é sobre a vida.
Das “fotografias felizes, que mentem e conseguem suspender a felicidade como se ela fosse eterna”.
Das “viagens sem regresso nem repetição”.
Da “paisagem pertencer a quem a sabe olhar”.
Do “não precisarmos de falar só porque vamos calados. A coisa mais difícil e mais bonita de partilhar entre duas pessoas é o silêncio”.
De haver “alturas em que a beleza é tão devastadora que magoa".
De “nada durar para sempre – só as montanhas e os rios”.

A expedição ao Sahara, descrita no livro, foi comprada pela RTP. Assim sendo, talvez qualquer dia veja a Claúdia “eternamente jovem porque morreu cedo. Tão nova que parecia irreal. Para sempre com aquela idade, com aquela felicidade, a acreditar na amizade, na irresponsabilidade, na felicidade depois de tudo”.

“Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não o escreves, porque não te resta nada para dizer”. Foi isso que o Miguel Sousa Tavares fez.

O Vasco Pulido Valente já deve estar a lê-lo, e a dar saltos de alegria, pelas “barbies” (esta graçola é para ti Vanda!) que vai escrever! Bem pelo menos…do Miguel Sousa Tavares nunca ninguém veio dizer que era…enfim…no mínimo pouco capaz sexualmente - como a Filomena Mónica escreveu sobre o Vasco Pulido Valente...

Quanto a mim, eu quereria um dia recordar “que alguém me tinha pegado na mão e me conduzia para onde não havia nada – nem estradas, nem casas, nem cidades, nem luzes ou sombras, nem árvores ou jardins ou praia ou qualquer coisa que eu tivesse visto antes - a minha única tarefa era deixar-me conduzir por ti, entre a lucidez e o sonho”.

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