Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

«A Rosa de Sebastopol», de Katharine McMahon


 


A Rosa de Sebastopol, Sunday Times Bestseller e The Richard & Judy Best Read of the Year, é um romance histórico magnífico em que, segundo a crítica internacional «os leitores ficarão tão absorvidos nesta leitura que é com amargura que vêem chegar o fim.»

       


 


Katharine McMahon foi professora de Inglês e Teatro em Hertfordshire, mas o seu desejo foi sempre de ser escritora. Na qualidade de fellow do Royal Literary Fund, ensinou Escrita Criativa nas Universidades de Hertfordshire e Warwick. Katharine McMahon é autora de mais cinco romances, entre os quais A Filha do Alquimista. Os seus romances versam sempre sobre o papel da mulher na sociedade. As suas personagens femininas têm sempre vidas intensas e fascinantes e os finais dos seus romances são sempre surpreendentes. Vive com a família em Hertfordshire.


 


«McMahon é uma escritora com uma sensibilidade e uma criatividade apuradíssimas. Conhece bem os caprichos, as complexidades e as intensidades das extraordinárias vidas de outras épocas. Usou, e bem, Elizbeth Garrett Anderson, a primeira mulher médica, e as cartas de John Keat para a sua noiva Fanny Brawne como fonte de inspiração. Um romance cativante de autodescoberta que ultrapassa em muito a ficção romântica.», Lancashire Evening Post

 


Visite-a no seu site.

Katharine McMahon responde aqui a algumas questões dos seus leitores.

 






 

publicado por Oficina do Livro às 15:43
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

«A Rosa de Sebastopol», de Katharine McMahon


 


The Richard & Judy Best Read of the Year




Sunday Times Bestseller


 


Rússia, 1854. A Guerra da Crimeia prossegue e Rosa Barr – jovem, obstinada e bela – parte para os campos de batalha, determinada a salvar todos os feridos que puder.

Para Mariella Lingwood, prima de Rosa, a Guerra da Crimeia resume-se às páginas do seu álbum de recortes, ao seu círculo de costura londrino e às cartas que recebe de Henry, o seu noivo, um ilustre cirurgião que também se ofereceu para trabalhar à sombra das armas. Mas quando Henry adoece e os contactos com Rosa cessam, Mariella sente uma atracção inexorável pela guerra.

Seguindo o percurso da prima esquiva e cativante, a viagem de Mariella fá-la sair do círculo doméstico restrito da Londres vitoriana e transporta-a para as paisagens devastadas da Crimeia. À medida que se embrenha cada vez mais no coração negro do conflito, o seu mundo começa a desmoronar-se e ela descobre que tem muito a aprender sobre o secretismo, a fidelidade e o amor.

A referência a figuras histórias reais, como Florence Nightingale confere um clima de autenticidade sem precedentes.

 

publicado por Oficina do Livro às 15:59
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