Quinta-feira, 9 de Junho de 2011

«Caravelas», de Olivier Ikor

O século de ouro dos navegadores portugueses


 



 



As caravelas... Cascas de noz. No entanto, enquanto o resto da Europa se dilacerava entre a Guerra dos Cem Anos e as guerras religiosas, é a bordo das caravelas que, durante um século e meio, os marinheiros portugueses, tão audaciosos quanto obstinados, navegaram ao longo do litoral africano, dobraram o Cabo da Boa Esperança, atracaram nas costas brasileiras, impuseram-se em Calecute, no grande mercado mundial das especiarias. Poderiam ter parado por ali e regressar a casa com fortuna feita... Mas não! As caravelas prosseguiram o seu caminho em direção ao Japão, à China, a Macau.


Um dia, contudo, a grande epopeia das caravelas desaparecerá nas chamas das fogueiras da Inquisição. Hoje ainda, os portugueses conservam a alegre e orgulhosa saudade, de terem sido os descobridores e os mestres dos oceanos. Apesar de todas as tormentas que a História os fez atravessar, Portugal nunca foi um «país pequeno».


Olivier Ikor deu a palavra, mas também carne e alma aos atores dos Descobrimentos, sejam eles príncipe de sangue ou proscrito; capitão ou grumete; cristão, judeu ou muçulmano; mercador ou cientista. Cada uma destas navegações que revolucionou o mundo lê-se como um romance, ou melhor como mil e um esboços de mil e um romances.


  


 




Olivier Ikor, romancista, escritor, antigo jornalista, viajante arrependido, vive agora em Portugal há cerca de doze anos. Segundo as suas palavras «Lisboa é a mais bela cidade para escrever». Foi aqui, neste porto aberto a todas as viagens e a todas as aventuras que escreveu Caravelas bem como o seu terceiro romance Le Dragon des quatre océans. É autor também de L’aquarium,  L’Archipel dês illusions e  La Balade du loup-cervier.

publicado por Oficina do Livro às 16:42
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