Terça-feira, 26 de Abril de 2011

«Um Amor quase Perfeito», de Sherry Thomas, em Maio na QE


Uma bela história agridoce que fala de amor e de desilusões, de perdão e de segundas oportunidades.


 




 



«Um dos cinco Melhores Livros de 2008», Publishers Weekly


«Melhor Primeiro Romance Histórico», Romantic Times


Nomeado para «Melhor Primeiro Romance» e «Melhor Romance Histórico» nos RITA Awards de 2009


 


Durante dez anos Camden e Gigi, Lorde e Lady Tremaine, tiveram o mais perfeito dos casamentos, baseado na cortesia, no respeito e… na distância. Um segredo, uma traição e um oceano separa-nos desde o dia seguinte ao seu enlace. Gigi vive na bela mansão londrina do casal, enquanto Camden se estabeleceu em Nova Iorque. Nenhum se mete na vida do outro. É uma combinação que não podia ser mais ideal e civilizada aos olhos da alta sociedade vitoriana, embora ninguém saiba o que aconteceu para acabar com o apaixonado amor que existia entre ambos.


Agora as coisas vão mudar. Gigi é uma mulher inteligente, sofisticada, rica e muito segura de si. Decidiu agarrar-se à sua última oportunidade de ser feliz e aceitar a proposta de casamento do seu pretendente, Lorde Frederick, um jovem pintor. Assim, escreve ao marido, enviando-lhe os papéis do divórcio. Mas em vez de devolvê-los assinados, Camden apresenta-se à porta da mansão de Londres para lhe oferecer um acordo: vai conceder-lhe o divórcio - afinal, já não se amam, não é? - mas antes Gigi deve dar-lhe um filho, um herdeiro. Se ela não aceitar, ele não lhe concede o divórcio. Gigi aceita, mas impõe um período de um ano. Um ano em que se acumulam as lembranças da paixão que outrora os uniu, um ano em que segredos são revelados, um ano em que o desejo volta mesmo contra vontade, e um ano em que ambos devem decidir se o casal mais admirado de Londres deve voltar a apaixonar-se... ou separar-se para sempre.


 


 


«Inteligente e viciante. Um começo extraordinário.»


Eloisa James


 


 


«Um bom argumento e personagens brilhantes são a marca deste primeiro romance. Lady Tremaine, uma mulher inteligente e directa, com um velado sentido de humor, é uma heroína excepcional.»


Publishers Weekly


 


«A mais original escritora de romances históricos da actualidade. É uma rebelde que salta as normas e, sobretudo, uma romântica. A sua forma de escrever, terna e apaixonada, é um achado. Um Paixão quase Perfeita augura o início de uma carreira deslumbrante.»


Lisa Kleypas


 


 


«Excelente… a elegância da escrita, a caracterização excepcional dos personagem e o delicioso romantismo da história conquistarão os leitores.»


Chicago Tribune


 


 




Sherry Thomas chegou aos Estados Unidos aos treze anos. No espaço de um ano, com a ajuda do seu fiel dicionário de inglês-chinês, já lia romances históricos de 600 páginas. O vocabulário que respigou dessas histórias marcadas pelo tom de insaciável paixão tornou-se muito útil quando começou ela própria a escrever romances.


Sherry tem um bacharelato em Economia pela Universidade da Luisiana e um mestrado em Contabilidade pela Universidade do Texas. Vive na zona central do Texas com o marido e os dois filhos. Quando não está a escrever, gosta de ler, jogar jogos de computador com os filhos e… ler ainda mais um pouco.


Um Amor quase Perfeito foi considerado um dos cinco Melhores Livros de 2008 pela revista Publishers Weekly, nomeado para «Melhor Primeiro Romance» e «Melhor Romance Histórico» nos RITA Awards de 2009 e recebeu o prémio de «Melhor Primeiro Romance Histórico» da revista Romantic Times.

publicado por Oficina do Livro às 09:39
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