Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

A Pipoca Mais Doce - depois do blogue, o livro

 



 

É já na próxima quarta-feira, dia 01, pelas 19h00, que Ana Garcia Martins vai sair do anonimato na apresentação do seu livro A Pipoca Mais Doce. O local escolhido para o evento foi a Zilian, em Lisboa.



Para os mais distraídos, o lançamento de um livro num espaço onde se vendem sapatos pode parecer um casamento estranho. Contudo, um olhar mais atento, revela-nos que nem este é um livro normal, nem a Zilian é uma sapataria convencional.



Para os que há cinco anos seguem o blogue da Pipoca Mais Doce esta é uma união plena de significado. Uma mulher que adora sapatos e que faz da sua compra um momento terapêutico sente-se realizada num espaço como o da Zilian: 400 metros quadrados de perdição revestidos de muitos modelos, tamanhos e cores. Por isso, o lançamento do primeiro livro de Ana Garcia Martins não poderia realizar-se em outro local. Ana estará na Zilian, no seu habitat natural e estão todos convidados a aparecer.

 

Zilian - Avenida António Augusto de Aguiar, nº 29 D
publicado por Oficina do Livro às 14:50
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Feira do Livro da Bertrand no Colombo

   


 


 


Amanhã, dia 27, às 18h30, o escritor José Jorge Letria estará na Bertrand do Centro Comercial Colombo para uma sessão de autógrafos.


No dia 28, domingo, às 18 horas, Francisco Salgueiro estará a autografar o seu romance A Praia da Saudade.


 

publicado por Oficina do Livro às 17:50
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Os nossos autores na Bertrand do Montijo

 


 


 



 



 


Francisco Salgueiro vai estar hoje, às 21h30, na nova livraria Bertrand do Fórum Montijo, para uma sessão de autógrafos do seu último romance, A Praia da Saudade.


Amanhã, dia 27, às 11 horas, Alice Vieira estará disponível para uma conversa com os seus leitores; às 16 horas, será a vez de Filipa Vacondeus autografar o seu mais recente livro, Receitas Low-Cost. Apareçam!

publicado por Oficina do Livro às 14:20
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

A Rainha do Cine Roma - finalista do Prémio Leya 2008


 


 


 


A Oficina do Livro acaba de editar o primeiro romance de Alejandro Reyes, A Rainha do Cine Roma, finalista do Prémio Leya 2008.


 


No dia em que se conhecem, Maria Aparecida e Betinho, duas crianças de rua em Salvador, Bahia, tornam-se inseparáveis. Vítimas de abusos por parte dos pais, juntam-se às crianças que fazem do Cine Roma a sua casa e da amizade que os une um antídoto para combater a dura realidade de quem vive a fugir em permanência de um mundo ameaçador.


 


A Rainha do Cine Roma é um retrato da vida real no submundo, é uma história singular sobre duas crianças que nunca desistiram de sonhar que podiam ser amadas.


 


 


«Quem tiver peito fraco, é melhor não tocar neste livro. Porque ele é duro, cru, verdadeiro. No entanto, no fim, fica um fiozinho de açúcar, emoldurando uma réstia de esperança.»


Pepetela, escritor e membro do júri do Prémio Leya


 


«Surpreendente e intenso, terno e violento, A Rainha do Cine Roma é mais do que um romance para leitores exigentes: é um verdadeiro hino à vida.»


José Manuel Saraiva, escritor


 

publicado por Oficina do Livro às 15:59
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A Pipoca Mais Doce - «O Livro»


 

 

Já chegou às livrarias A Pipoca Mais Doce, de Ana Garcia Martins, o livro da rapariga mais invejada de Portugal!

Ana Garcia Martins, jornalista, lançou há cinco anos o blogue A Pipoca Mais Doce, que se tornou um dos mais visitados. Porque o público pediu e a crítica elogiou, A Pipoca Mais Doce chega agora a livro.

A sessão de lançamento está agendada para o próximo dia 01 de Julho. E promete!
publicado por Oficina do Livro às 15:48
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Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Margarida Rebelo Pinto no Espaço Delta Q

 


 


 

 

Amanhã, dia 03 de Junho, pelas 19h, na Loja Delta Q, no Atrium Saldanha, Margarida Rebelo Pinto tem encontro marcado com os seus leitores. Num ambiente íntimo e acolhedor, a escritora responderá às questões dos seus fãs e dará autógrafos.

Esta é uma oportunidade única de ficar a conhecer melhor a autora de “Sei Lá”, “Português Suave”, “Onde Reside o Amor”, entre outros. Estão todos convidados a aparecer!
publicado por Oficina do Livro às 12:36
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

"O Prazer e o Tédio", de José Carlos Barros


 


 


Apresentamos aqui, em primeira mão, a capa de O Prazer e o Tédio, de José Carlos Barros, a publicar pela Oficina do Livro. O livro estará disponível nas livrarias nos primeiros dias de Junho e tem um prefácio da autoria de Francisco José Viegas.

 

Como referimos há algumas semanas, José Carlos Barros venceu a última edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama. Aproveitamos para divulgar o texto lido na cerimónia de entrega do prémio, da autoria de Ruy Ventura, membro do júri do referido concurso.

 

 

OS SETE EPÍGONOS DE TEBAS

 

de José Carlos Barros

 

por Ruy Ventura

 

“[…] as mulheres dos montes / viravam os estrados / para o lado de dentro / dos teatros / […]

Em vez dos panos nos bastidores: a narrativa – / […] / a libertar-se da âncora genealógica / pela destruição do livro / dos exemplos. […]

[…] mudava / os parágrafos / e depois procurava no forno do povo / ou no tanque do largo / ou na lenha de bétula arrumada nos telheiros / o eco da frase inaugural /[…]

Escolho, mais ou menos ao acaso, alguns versos de um livro de José Carlos Barros, ainda inédito. Quanto mais o leio, mais se aproxima de mim a sua estrutura, os pilares e lintéis de um edifício a que o autor empírico resolveu chamar Os Sete Epígonos de Tebas. Não estou perante uma colectânea de poemas; tenho nas mãos um livro de poesia. E, como qualquer objecto digno dessa classificação (isto é, que não seja apenas uma reportagem ou muita verborreia, empilhadas em linhas que não chegam ao final da folha impressa), escolhe – seguindo a frase de Herberto Helder colocada na obra como epígrafe – a arte “de ver cometas / despenharem-se / nas grandes massas de água”. Ou seja: arrisca assistir ao movimento descendente, violento, de corpos ígneos, cuja matéria entra em contacto explosivo com terra, purificando-a pelo fogo e, depois, pela expansão rápida de um líquido cuja passagem lava o espaço, os seres nele viventes e a sua memória. Terminado o maremoto, o contacto do fogo com a água – que José Carlos Barros parece desejar ver e registar – produz ainda uma matéria volátil: essa “nuvem” ou “névoa” que (segundo um poema do mexicano Luis Arturo Guichard) transforma os campos mais comuns em bosques plenos de mistério, embora quase sempre se veja apagada pelo fumo. E são os adoradores do fumo que vencem a primeira de duas batalhas pela sobrevivência de Tebas. Tebas – uma cidade contaminada por contínuas lutas pelo poder absoluto, condenada à desagregação por ter destruído dessa forma a herança civilizadora de Cadmo, o seu fundador –, que só pelo fogo poderá talvez ser conservada. É essa tentativa de preservação que, na minha leitura, se vê reflectida no livro de José Carlos Barros.

Nos seus poemas contidos, meditativos, este livro tem contudo raros vestígios da narrativa mitológica dos “sete epígonos de Tebas” – da história dos sete chefes militares que vingaram a derrota dos seus ascendentes conquistando, em vez deles, a urbe fundada pelo introdutor mítico do alfabeto fenício no território grego. É, antes, uma reflexão alargada sobre a memória, sobre a passagem do tempo, sobre o seu registo num texto escrito feito poesia e sobre as circunstâncias adversas que este tem de vencer para atingir a sua melhor realização estética e ética. Quem lê “Tebas” nesta obra deve pensar na “escrita” ou na “poesia” (aí renascida pela mão dos gregos ou de fenícios chegados à Grécia), sendo a luta dos “epígonos” (ou seja, dos descendentes) um processo de revitalização – dura e violenta – do texto artístico. É preciso destruir toda a escrita mergulhada no caos dos interesses e do poder temporal para que algo nasça de novo a partir dos alicerces – ainda que os vencedores finais (após a destruição da cidade) sejam sempre acompanhados pelo “opróbio da emulação”, porque “Os heróis” derrotados na primeira refrega “[pereceram] nos campos / de batalha / com a lança dos desastres”.

A vitória contra a erosão dos poderes literários consegue-se através da interioridade (virando “os estrados / para o lado de dentro / dos teatros”) e do espírito (procurando com ironia e desprendimento a “energia eólica” nascida nas “vagarosas pás / dos aerogeradores”), porque – segundo afirma o livro – “há um momento / em que a heresia e a coragem se confundem / e a baixa densidade dos núcleos / remove / por intuição / a desmesura / das memórias / descritivas / dos interesses”. Não esquecendo que é a memória da derrota dos antepassados (esse desenho nos “subterrâneos labirintos” da “cartografia pretérita dos desastres”) que conduz à vitória na guerra pela vertical dignidade da escrita e do texto, contra os seus hábeis manipuladores e niveladores que se servem deles para conseguirem honrarias jornalísticas, académicas e sociais. Porque só essa vitória permite que nunca se quebre, mesmo na humilhação, “esse / fio de novelo / que levava ao ouro e à água subtraída das nascentes: / ao rumor da pedra volátil / do volfrâmio”.

A mensagem de José Carlos Barros neste livro (cujo mérito, muito saliente, João Candeias, Joaquim Cardoso Dias e o autor destas linhas – como membros do júri do Prémio Nacional de Poesia “Sebastião da Gama” – resolveram premiar) é clara e muito importante nestes tempos de alheamento e de confusão: “[…] / ninguém diz uma palavra. / E ninguém se move em redor do lume / com medo / da repercussão / dos desastres”, mas quando alguém procura água que purifique esse silêncio cúmplice e criminoso, “O vedor / [sente] que a vara / [aponta] ao céu: / a nuvem / em vez / das nascentes”. É então que o cometa de Herberto Helder produz o seu incêndio e a sua redenção: “[…] a nuvem das palavras [desce] sobre as tendas / e as dunas da península: / duas mãos” – o passado e o presente?, pergunto – “[tocam-se] / por um instante breve / e [ergue-se] no ar irrespirável / o rumor incandescente / dos incêndios / das florestas”.

 

Azeitão, 16 de Maio de 2009

na sessão de entrega do Prémio “Sebastião da Gama”

 


 

publicado por Oficina do Livro às 12:46
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Teatro "Minas, o Lápis Professor"


 


 


O livro Minas, o Lápis Professor, da autoria de Susana Cardoso Ferreira, tem vindo a deliciar os mais novos, inspirando até a sua criatividade. Assim aconteceu no Colégio Marista de Carcavelos, onde, no próximo dia 22 de Maio, haverá uma peça de teatro representada pelos alunos do 3º ciclo.

Parabéns à autora e a todos os alunos e professores que trabalharam para que o Minas saísse do papel e chegasse, em carne, osso e madeira, aos palcos do colégio!

 

 

 

publicado por Oficina do Livro às 18:17
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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Francisco Salgueiro e Fernanda Freitas à conversa, hoje, na Feira do Livro

É hoje, pelas 19h00, que Francisco Salgueiro estará à conversa com Fernanda Freitas, na Praça Leya, na Feira do Livro de Lisboa.


O tema é A Praia da Saudade, o mais recente romance do Francisco.


Aproveite e apareça.


 

publicado por Oficina do Livro às 14:45
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

José Emílio Pacheco, autor da Oficina do Livro, vence Prémio Reina Sofia

O escritor mexicano José Emílio Pacheco foi o vencedor da última edição do Prémio Reina Sofia de Poesia ibero-americano, que visa distinguir o conjunto da sua obra literária.


A Oficina do Livro, que editou deste autor "As Batalhas no Deserto", na colecção Ovelha Negra, congratula-se com a atribuição deste Prémio e do reconhecimento pela obra de um autor que tanto tem contribuído para o património cultural comum ibero-americano.

publicado por Oficina do Livro às 16:46
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Os nossos autores na Feira do livro este fim-de-semana

No fim de semana que se avizinha aproveite para passar na Feira do Livro. Alguns dos nossos autores estarão por lá para assinar os seus livros. Aproveite para pedir aquele autógrafo que tanto deseja, mas num ambiente mais informal e próximo como é o da Feira do Livro.


Assim, no sábado, entre as 16h e as 18h30 estarão na Feira Rui Araújo, Manuela Acácio, Inês de Barros Baptista, Vera Pyrrait, Fernando Dacosta e Carlos Matos Gomes.


No domingo é a vez de António Victorino de Almeida, José Jorge Letria, Maria João Lopo de Carvalho, Margarida Fonseca Santos, Laurinda Alves, Maria do Céu Santo e Margarida Rebelo Pinto marcarem presença na Feira.


Apareçam!

publicado por Oficina do Livro às 15:12
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Partiu o Joaquim Mestre

 



 

O Joaquim Mestre partiu ontem à noite. Partiu um autor desta casa, mas - mais, muito mais - partiu um amigo. Recordamos o Joaquim Mestre como um amigo, bom conversador, bom anfitrião. E recordamo-lo como um grande escritor. Reinventor de um universo onírico na linha de Juan Rulfo ou García Márquez, os seus livros recuperavam de forma singular o imaginário rural alentejano, as primeiras décadas do século passado, os hábitos, as lendas e as crenças das pessoas, os seus medos, os seus ditos, as formas possíveis de felicidade às gentes do campo, criando páginas de rara beleza, escritas numa linguagem poética de grande originalidade. Disso são exemplo os romances “O Perfumista” e “A Imperfeição do Amor” e o livro de contos “Breviário das Almas”, que a Oficina do Livro muito se orgulha de ter publicado.

Os últimos tempos não foram fáceis para o Joaquim, para a sua família. O último livro, “Breviário das Almas”, saiu há apenas dois meses, depois de ter ganho a última edição do Prémio Manuel da Fonseca. O lançamento foi adiado por duas vezes, pois, apesar de toda sua força de vontade do Joaquim, a sua saúde já não lho permitia. As últimas reuniões aconteceram no Serviço de Hematologia do Hospital de Santa Maria, onde o Joaquim se deslocava várias vezes por semana para receber tratamento e onde tivemos as últimas reuniões de trabalho.

Também um profissional exemplar. Pela biblioteca que dirigia – Biblioteca Municipal José Saramago, em Beja – passaram todos os grandes escritores portugueses e muitos estrangeiros, levando a cultura e o amor pelos livros ao Alentejo profundo, contribuindo como poucos para a difusão da leitura em Portugal (recordo: num curso de pós-graduação que frequentei, a Biblioteca de Beja era frequentemente apresentada como o grande exemplo a seguir).

Partiu um homem bom, partiu um amigo, partiu um grande escritor. Vamos ter saudades do teu “Então, olha lá…” Não fizeste o grande vinho que ansiavas, nesse Portugal onde, dizias, “as pessoas andam com o sol nas mãos e a lonjura no olhar, mas escreveste páginas singulares.

A editora partilha com a Lígia, com os filhos, com a família estes momentos difíceis.

Um abraço, Joaquim, muito grande, do tamanho do teu Alentejo, ou maior ainda, e de toda a equipa da Oficina do Livro.

Marcelo Teixeira
publicado por Oficina do Livro às 16:28
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Margarida Rebelo Pinto na Feira do Livro


 


 


Margarida Rebelo Pinto estará na Feira do Livro para uma sessão extra de autógrafos, na próxima quarta-feira, dia 6 de Maio, às 18h30. Para além desta sessão, a autora tinha já agendada uma outra, no domingo, dia 10 de Maio, às 18h30, que se mantém.

publicado por Oficina do Livro às 15:44
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"O Caso da Cobra com Asas", a primeira aventura da Brigada Azul


Quem poderia imaginar que uma cobra com asas se revelaria tão diferente após as primeiras investigações da Brigada Azul?


Não acreditam em cobras com asas?


A Inês, o Aurélio e o Rodrigo também não acreditavam até ouvirem falar nelas...


O  certo é que, inesperadamente, se viram lançados numa investigação desconcertante. Claro que tudo seria mais difícil e arriscado se nela não participassem também Sherlock Tangas e os amigos Bia Flores e Tiago Bolacha.


 

publicado por Oficina do Livro às 12:02
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

As Minhas Orações - Padre José Luís Borga


Um mês depois do seu lançamento, que poderá ser visto em http://www.youtube.com/watch?v=hcoKBZxsRr0, o livro As Minhas Orações, da autoria do Padre José Luís Borga, com ilustrações de Raquel Santos, já conhece a 2ª edição.


 


 

publicado por Oficina do Livro às 17:22
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